Categoria: dor de cotovelo

My only friend, the end¹

My only friend, the end¹


Warning: sprintf(): Too few arguments in /home/barpi254/public_html/petla/wp-content/themes/writers/functions.php on line 188

“Simpatia? Modéstia? Delicadeza?”. Em alto tom ela gritava, esperneava enraivecida. “Só me explique de uma vez por todas os porque de tudo isso! Cartas, telegramas, e-mails, telefonemas… Pra que? Pra chegar ao fim e borrar as calças? Pra olhar pra baixo envergonhado toda vez que tem devia me encarar de frente? Ou isso tudo é …

Com os pontos nos “i´s”.

Com os pontos nos “i´s”.

Por vezes há a espontaneidade do momento. Aquele ato que, mesmo falho, se dá por perfeito em suas vontades, em seu orgulho. Há, e como não haveria, os atos complexos, que mesmo quando perfeitos, deixam em si questões em aberto. E há as aberrações. Prazer. Então, descendo o sangue da cabeça, os pontos começam a …

+ Read More

O sono deixou de aparecer hoje a noite. E nem me adianta reclamar. Seria cretinice de minha parte, somente. Resta pois esperar. Agüentar desesperadamente o toque do alarme que me acordará junto ao sol para que então acolha mais um dia antes do fim. Enquanto isso, restam músicas e cartas. E mensagens relidas, entrelinhas escritas …

+ Read More

I IV V / I IV V / I IV V

I IV V / I IV V / I IV V

Acorda! Acorda! Tem algo tremendo aqui! Tem algo tremendo aqui! Anda, anda. Saia já daí. Isso não é pra você ver ou ler ou ver e ler. Isso é meu, somente. Meu! Malditos sonhos. Esse era acordado. O terremoto ao lado era um celular esquecido no modo silencioso, tremendo tenebroso sobre a madeira que ocupa. …

+ Read More

pois então, não é?

pois então, não é?

Olha… tá vendo aquela esquina ali? Saindo na rua e olhando à esquerda? Então: fique observando-a por 5 minutos e anote o que você tenha visto. Sabe pra que isso? Pra ver que ali vai passar pessoas mais, menos ou tão felizes quanto você. Pra ver que ali vai passar pessoas mais, menos ou tão …

+ Read More

em mutação.

em mutação.

Mais uma festa para acompanhar. Sozinho, ninguém pra ir junto, o negócio foi me jogar. Vai que vai! Cheguei assobiando “Twisted Nerve“, de Bernard Herrmann, feliz da vida por mais uma noite sem nenhum compromisso com ninguém (que mentira…). Entrei na casa, o cheiro de carvão com gordura se espalhando. Tomei meu lugar ao lado …

+ Read More