Champagne Supernova

Champagne Supernova

Era hora de voltar às resenhas. Tantos livros na estante que eu estava lendo e não sabia mais ordená-los em mim.  Romances, biografias, novelas criminais. Todos tão misturados que o em minha cabeça era capaz de um casal apaixonado de Moccia aparecesse morto, estatelado em alguma rua em algum seriado de Dick Wolf.
Voltar às resenhas. Ter as idéias anotadas. Ter o fio da meada. Saber início meio e fim.
Mas em meio à loucura, ao disparate da miscigenação, lembrei que era assim que as coisas eram para ser. Meio supernova. Meio big bang.
E num estouro toda a ordem se perdeu. Cada um voltou para o seu lugar. O meu, ao lado do seu. Champagne, por favor.