Mês: janeiro 2006

A Beijoqueira e O Envergonhado

A Beijoqueira e O Envergonhado

– Não pode, meu filho… não pode. O que a família vai dizer? Você já com vinte e poucos anos, e ela nem a eles chegou? Não tem como. Vocês não podem ficar juntos. Imagine a repercussão? Sua avó? Seu pai? O que eles dirão? Ora, você já está aí, moço feito, formado, outra faculdade …

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Companheiro de Quarto

Companheiro de Quarto

Estou entrando em uma viagem sem volta. Eu e ela, deitados. Sobre nós, outro corpo – nos usa, abraça, nos beija e chuta para fora. Usa para amar, e para chorar. Somos seus conselheiros, donos de seus desenganos. Somos seus pares. Juntos ou separados. Mas, sem a nossa presença, ele não sobrevive… Não que o …

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A Balada do Louco

A Balada do Louco

Descendo, descendo e descendo… aquele passo morto, leso, cambaleante. Cena ridícula ele nos proporcionara mais uma vez. Bebe usualmente até cair, misturando cerveja, gim e cachaça como se tomasse sucos de polpa. Junta tudo, levanta o copo e joga-se em seu mundo. Aquela coisa girando, girando, girando… Ali dentro tudo passa a ser realidade. Seus …

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! = ?

! = ?

Fala-se com perguntas, normalmente. Mas ocasionalmente me vejo com a resposta dada, mas em busca de encontrar a pergunta correta. Tenho “sins” e “nãos” aos bandos correndo pela minha mente. Encaixam-se em algumas perguntas, fogem de outras. Iniciam algumas frases que necessitam de explicação maior, ou respondem secamente, sendo seu próprio fundamento. Hoje, contudo, tenho …

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2 + 2 = 5*, 6, 7

2 + 2 = 5*, 6, 7

Pense comigo. Dois e dois é quatro. Quatro e quatro, oito. Oito com oito, dezesseis. Ou seja: 2, 2 ao quadrado, 2 à terceira e 2 à quarta. E tudo volta a dois e quatro ou dois à quarta. Para que tanta exatidão? Desta forma, tentando transformar a vida em algo racionalizado, amor nada mais …

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love´s in the air

love´s in the air

Creio que todos saibam. Quando caio de amores, não fico de quatro, como muitos – aqueles que se submetem aos prelúdios das moças. Não, não. Fico e foco. Mas, principalmente, ruborizo. Ruborizo-me a ponto de calar e perder as palavras, um ponto onde as palavras e o silêncio em nada diferem – nenhum deles conseguirá …

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